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A idéia deste Blog é com o intuito de fornecer informações sobre Ervas e Insumos em geral.

Através de um estudo arduo e minuncioso, conseguimos trazer para vocês informações sobre cada Erva para auxilio de estudo e orientação quanto ao uso.

Vale salientar que todas as Ervas publicadas neste Blog são de fontes verdadeiras. Essas são encontradas sempre ao final de cada texto.

Espero que este Blog seja útil para todos vocês e se possível divulguem para que possamos trocar idéias a respeito dessas maravilhas que a Natureza nos oferece de graça.

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Abraços,

sexta-feira, 13 de março de 2009

Chapéu de Couro

O Chapéu de Couro é uma erva ereta nativa da flora brasileira. As suas folhas, parte utilizada na terapêutica, são simples, ovais, apresentando a base cordiforme e aguda ou acuminata no ápice. O seu limbo é inteiro, de coloração verde-escura, em geral com cerca de 20 a 40 centímetros de comprimento por 15 a 35 centímetros de largura na região próxima à base, de superfície rugosa, áspera, pedatinérvea, com 11 a 13 nervuras principais, salientes na página inferior. O pecíolo é longo, coriáceo, chegando a medir até 70 centímetros de comprimento, sulcado longitudinalmente e provido de estrias longitudinais. Ao examinar contra luz, o limbo mostra minúsculos pontos transparentes.

Nome Científico: Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli Sinonímia: Alisma macrophyllus Kunth.; Alisma folliscordatis-obtusis Plum.; Alisma cordifolium L.; Alisma berteroanum Balbis.

Nome Popular: Chapéu de Couro, Chá Mineiro, Chá de Campanha, Chá do Pobre, Erva do Brejo e Erva do Pântano, em português.

Família Botânica: Alismataceae.

Parte Utilizada: Folha.

Princípios Ativos: Alcalóides; Glicosídeos: equinodorosídeo.

Indicações e Ações Farmacológicas: O Chapéu de Couro é utilizado nas afecções das vias urinárias, reumatismos, artrite, eczemas e furúnculos.
São atribuídas as propriedades diurética e depurativa.

Toxicidade/Contra-indicações: Não há referências nas literaturas consultadas.

Dosagem e Modo de Usar:
Coimbra (ver referências bibliográficas) aponta as seguintes preparações:
• Infusão ou Decocto a 5%: de 50 a 200 cc por dia;
• Extrato Fluido: de 2 a 10 cc por dia;
• Tintura: de 10 a 50 cc por dia.






Referências Bibliográficas:
• COIMBRA, R. Manual de Fitoterapia. 2ª edição. Cejup. 1994

• COSTA, A. F. Farmacognosia. Lisboa. Fundação Gulbenkian Calouste. 1994.

• OLIVEIRA, F.; AKISUE, G.; AKISUE, M. K. Farmacognosia. 1ª edição. 1996.

• OLIVEIRA, F.; AKISUE, G.; Fundamentos de Farmacobotânica. 2ª edição. 1997.

• Farmacopéia dos Estados Unidos do Brasil. 2ª edição. 1959.

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