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Vale salientar que todas as Ervas publicadas neste Blog são de fontes verdadeiras. Essas são encontradas sempre ao final de cada texto.

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quarta-feira, 25 de março de 2009

Laminaria

As Laminarias são algas feofíceas (algas castanhas) que aparecem ao longo das costas do continente europeu, onde habitualmente em períodos de maré baixa é possível observa-las brilhar sobre as rochas.
São identificadas ao examinar os seus estipes, pseudocaules simples que se ramificam em sua base, o qual é órgão de fixação com aspecto de raiz, e na parte superior se diferenciam dando uma fronde lamelar.
A espécie Laminaria digitata apresenta coloração que varia do marrom-oliva ao marrom escuro. A folha mede geralmente de 100 a 200 centímetros de comprimento, 30-55 centímetros de largura, coriácea, palmada ou dividida formando segmentos em forma de dedos. O estipe mede geralmente de 10-45 centímetros de comprimento, 1-2 centímetros de diâmetro, de secção arredondada, lisa, flexível, quase sempre sem epífitas e ligeiramente aplanada para a base.

Nome Científico: Laminaria digitata (Huds.) Lamour.

Nome Popular: Laminaria, em português; Oarweed, Brown Algae, Horsetail, Laminaria, Sea Girdles, Seaweed, Sugar Wrack e Kelp, em inglês.

Família Botânica: Laminariaceae.

Parte Utilizada: Alga.

Princípios Ativos: Abundante em Sais Minerais: iodo (cerca de 4500 ppm), ferro, alumínio, arsênico, manganês, selênio, cobalto, cobre, fósforo, magnésio, cloreto, sódio, enxofre, potássio, cálcio, nitrogênio; Vitaminas: B1, B2, B3 e C; Polissacarídeos: ácido algínico, alginatos.

Indicações e Ações Farmacológicas: Na terapêutica utilizam-se várias espécies de Laminaria tais como: Laminaria digitata, Laminaria japonica, Laminaria cloustonii e Laminaria saccharina. As Laminarias são empregadas como coadjuvante no tratamento do hipotiroidismo, sobrepeso, hipercolesterolemia, arteriosclerose, como uma fonte de iodo. Externamente para hemorragias dentais e ulcerações dérmicas dentre outras aplicações.
As Laminarias apresentam ação remineralizante, vitamínica, estimulante do metabolismo geral al ativar a tireóide e hipolipemiante. A algina possui apresenta grande sensação de saciedade gástrica e pela sua capacidade de revestimento das mucosas, apresenta atividade antiulcerosa. O alginato de cálcio é um hemostático de ação rápida, sendo portanto empregado nos casos de hemorragias dentais.
Na indústria farmacêutica o ácido algínico e seus sais são utilizados na fabricação de comprimidos (desintegração), de cremes e pomadas (como estabilizante de emulsões).
Na indústria cosmética são aproveitadas as propriedades emulsionantes e a capacidade de retenção hídrica de suas moléculas.

Toxicidade/Contra-indicações: Deve-se administrar durante curtos períodos de tempo devido a um possível aparecimento de sintomas tóxicos, devido a acumulação de iodo.
É contra-indicado o uso no hipertiroidismo, tratamentos com cardiotônicos, hipertensão arterial e desidratação.

Dosagem e Modo de Usar:
• Cápsulas: 380 microgramas, 640 miligramas e 660 miligramas;
• Comprimidos: 150 e 250 microgramas;
• Pó: 0,5 a 5 g/dia, administrado antes das refeições (forma farmacêutica citada no PR Vademecum para a espécie Laminaria cloustonii, ver referência bibliográfica).

Referências Bibliográficas:
• Segredos e Virtudes das Plantas Medicinais. Reader’s Digest do Brasil. 1ª edição.
1999.

• FETROW, C. W. The Complete Guide to Herbal Medicines. Springhouse. 2000.

• LAUNERT, E. Guia de las plantas medicinais y comestibles de España y de Europa. Ediciones Omega. 1982.

• BRUNETON, J. Elementos de Fitoquimica y de Farmacognosia. Ed. Acriba. 1ª
edicion. 1991.

• PR VADEMECUM DE PRECRIPCIÓN DE PLANTAS MEDICINALES. 3ª
edição. 1998.

Site da Internet:
www.thorvin.com/lamanlys.htm

www.marlin.ac.uk/demo/taxon_Lamdig.htm

Um comentário:

Rosimeire Cordeiro disse...

serve para hipertiriodismo