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A idéia deste Blog é com o intuito de fornecer informações sobre Ervas e Insumos em geral.

Através de um estudo arduo e minuncioso, conseguimos trazer para vocês informações sobre cada Erva para auxilio de estudo e orientação quanto ao uso.

Vale salientar que todas as Ervas publicadas neste Blog são de fontes verdadeiras. Essas são encontradas sempre ao final de cada texto.

Espero que este Blog seja útil para todos vocês e se possível divulguem para que possamos trocar idéias a respeito dessas maravilhas que a Natureza nos oferece de graça.

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Abraços,

segunda-feira, 30 de março de 2009

Mil Homens

Trata-se de uma planta trepadeira típica do Brasil e registrada na Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil 1ª edição (1926), sendo a droga constituída por uma mistura de fragmentos de caules e raízes, sendo predominantemente os caules. São freqüentemente cortados em pedaços de dimensões muito variáveis, geralmente cilíndricos, outras vezes achatados. A superfície externa é constituída por um súber muito desenvolvido, mole, profundamente fendido longitudinalmente, friável, pardo-acinzentado ou pardo-amarelado no interior das fendas. A secção transversal o súber mostra camadas concêntricas, bem visíveis quando espesso. O parênquima do córtex é de cor mais escura e bastante aderente ao súber, muitas vezes descoberto, liso ou com rugas longitudinais. O lenho é mais ou menos cilíndrico, pardo-amarelado ou às vezes apresentando um amarelo intenso. Os caules assim como as raízes são desprovidas de medula. As raízes são muito semelhantes aos caules, apresentando diâmetro menor.
Possuem cheiro pouco pronunciado ou muitas vezes inexistente, e desenvolvendo-se ao se partir a casca, sendo semelhante a uma mistura de Aristolochia e Arruda. O sabor é amargo, acre, aromático e picante.

Nome Científico: Aristolochia cymbifera Martius. Sinonímia: Aristolochia abbreviata Mart. ex Mast.; Aristolochia galeata Moritz; Aristolochia grandiflora Gómez; Aristolochia infesta Salisb.; Aristolochia labiosa Ker Gawl.; Aristolochia orbiculata Vell.; Diglosselis cymbifera Raf.; Howardia brasiliensis Klotzsch.

Nome Popular: Mil Homens, Cassaú, Jarrinha, Cipó Mil-homens, Papo de Peru, Papo de Galo, Cipó Mata-cobras, Angélico, Cassaiú, Ambaá-caá, Ambaiá-embo, Angelicó, Camara-açú, Capa Homem, Cipó Braço, Cipó Calunga, Cipó Cão, Cipó Mata Cobra, Cipó Para Tudo, Cipó Patinho, Jarra do Diabo, Jarro, Milome, Raiz de José Domingues, em português; Hohlwurzel, na Alemanha; Aristoloquia, em espanhol; Aristoloche, na França; Bitworth, Brazilian Snake Root, em inglês.

Denominação Homeopática: ARISTOLOCHIA MILHOMENS.

Família Botânica: Aristolochiaceae.

Parte Utilizada: Caule e raiz.

Princípios Ativos: traços de Óleo Essencial; Ácido Aristolóquico ou Aristolino; Ácido Aristidínico; Ácido Aristínico; Aristoloquina; Taninos; Matérias Resinosas; Cimbiferina (principio amargo).

Indicações e Ações Farmacológicas: Esta espécie é empregada na amenorréia, na atonia uterina, em acessos histéricos, convulsões, epilepsia, estimulante do apetite, nas hidropsias, cistites, febres palustres, é antídoto contra veneno de cobra. Externamente pode ser aplicado nas afecções cutâneas, prurido do eczema seco, tratamento de úlceras, orquite, dentre outras indicações. Em Homeopatia é indicado para as dores picante em várias partes, irritação do ânus e diabete dentre as indicações.É emenagogo, estimulante, tônico, diurético e febrífugo.

Toxicidade/Contra-indicações: O ácido aristolóquico obtido da Aristolochia indica Linn., rompe a nidação em ratas quando administrado um dia de gravidez (Ganguly, T.; Pakrashi, A.; Pal, AK., 1986).
O ácido aristolóquico contido na Aristolochia fangehi desencadeiam efeitos carcinogênicos e nefrotóxicos (Debelle, FD.; Nortier, JL.; De Prez, EG.; Garbar, CH.; Vienne, AR.; salmon, IJ.; Deschodt-Lanckman, MM., Vanherweghem, JL., 2002).

Dosagem e Modo de Usar:
• Infuso ou Decocto a 2,5%: de 50 a 200 cc por dia;
• Pó: de 1 a 5 gramas por dia;
• Extrato Fluido: de 1 a 5 cc por dia;
• Tintura: de 5 a 25 cc por dia;
• Xarope: de 20 a 100 cc por dia.

Referências Bibliográficas:
• ALBINO, R. Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil. 1ª edição. 1926.

• SOARES, A. D. Dicionário de Medicamentos Homeopáticos. 1ª edição. Santos
Livraria Editora. 2000.

• CAIRO, N. Guia de Medicina Homeopática. 21ª edição. Livraria Teixeira. 1983.

• COIMBRA, R. Manual de Fitoterapia. 2ª edição. Cejup. 1994.

• GANGULY, T.; PAKRASHI, A.;PAL, AK. Disruption of pregnancy in mouse by aristolic acid: I. Plausible explanation in relation to early pregnancy events, Contraception, Dec., 1986.

• DEBELLE, FD.; NORTIER, JL.; DE PREZ, EG.; GARBAR, CH.; VIENNE,
AR.; SALMON, IJ.; DESCHODT-LANCKMAN,MM.,VANHERWEGHEM,
JL. Aristolochic acids induce chronic renal failure with intersticial fibrosis in
salt-depleted rats, J. Am. Soc. Nephrol., Fev. 2002.

2 comentários:

marco antonio badaro athayde disse...

Esta erva, é muito comentada pelo Mega terapeuta da bio enérgica o professor JAIME BRUNING, Estudiosos deste seguimento, Bruning , versa sobre a ação desta planta no organismo , onde segundo consta nos seus relatórios, obteve excelentes resultados na sua administração, a pacientes que portavam problemas , e foi resolvido .

Mestry Badahra
(reportando )

marco antonio badaro athayde disse...

Esta erva, é muito comentada pelo Mega terapeuta da bio enérgica o professor JAIME BRUNING, Estudiosos deste seguimento, Bruning , versa sobre a ação desta planta no organismo , onde segundo consta nos seus relatórios, obteve excelentes resultados na sua administração, a pacientes que portavam problemas , e foi resolvido .

Mestry Badahra
(reportando )