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sexta-feira, 13 de março de 2009

Chionantus


O Chionantus tem como seu habitat natural as porções central e sul dos Estados Unidos e parte leste da Ásia.
É uma árvore ou arbusto decíduo que mede acima de 10 metros de altura. As folhas lisas, oblongas ou ovais, de 7,5 para 20 centímetros de comprimento e opostas. A árvore suporta longos pedúnculos com flores brancas parecidas com gotas de neve e pétalas com franjas do mesmo tamanho que as das flores da Magnólia. O fruto é azul escuro e oval.
A casca da raiz do Chionantus, a qual constitui a parte utilizada na terapêutica é caracterizada por ser curva, achatada, dura e mede acima de 5 milímetros de espessura. Apresenta uma pequena fratura farinácea, superfície externa áspera de coloração marrom-acinzentada e a superfície interna áspera variando do pálido ao marrom escuro. Sabor um tanto adstringente, tornando-se amargo.

Nome Científico: Chionanthus virginica L. Sinonímia: Chionanthus angustifolia Raf.; Chionanthus fragans Edwards ex Steud.; Chionanthus heterophylla Raf.; Chionanthus latifolia Aiton ex Steud.; Chionanthus longifolia Raf.; Chionanthus marotima Sweet; Chionanthus montana Raf.; Chionanthus obovata Raf.; Chionanthus trifida Moench; Chionanthus triflora Stokes; Chionanthus vernalis Salisb.; Chionanthus verna Baill.

Nome Popular: Chionanthus Árvore de Neve, Árvore de Orla e Fresno Florido, em português; Schneebaum, na Alemanha; Árbol de Nieve e Flores de Nieve, em espanhol; Arbre à Franges, Arbre de Neige e Chionanthe, na França; Fringe Tree, Oldman’s Beard, Poison Ash, Snow-Drop Tree, Snow Flower, Virginian Snow Flower Tree e White Fringe Tree, em inglês.

Denominação Homeopática: CHIONANTHUS.

Família Botânica: Oleaceae.

Parte Utilizada: Casca da raiz.

Princípios Ativos: Lignanas, como a “philirina”; Saponinas.

Indicações e Ações Farmacológicas: Na Fitoterapia o Chionanthus é indicado nas doenças hepáticas, na coleocistite, na duodenite na glicosúria de origem hepática ou alimentar no aumento esplênico e na hipertensão portal. Pode ser combinado com a Equinácea (Echinacea angustifolia D.C.) na doença de Weil e doença parênquimal aguda do fígado. Combina muito bem também com o Berbéris (Berberis vulgaris L.), Euonymus (Euonymus atropurpureus Jacq.) ou Yan Mexicano (Dioscorea villosa L.).
São atribuídas ao Chionanthus as propriedades laxativa, colagoga, antiemética e estimulante hepática.
Em Homeopatia o Chionanthus é um bom remédio da enxaqueca, cefaléia frontal neurastênica, conjuntivite catarral, congestão ativa do fígado, cólicas hepáticas e icterícia.

Toxicidade/Contra-indicações: Nas literaturas consultadas não são conhecidos perigos para a saúde ou efeitos colaterais conhecidos nas administrações das doses recomendadas.

Dosagem e Modo de Usar:
• Infusão: Tomar 2-4 gramas três vezes ao dia;
• Extrato Fluido (1:1) em álcool 25%: Tomar 1-3 ml três vezes ao dia;
• Tintura (1:5) em álcool 45%: Tomar 2-3 ml três vezes ao dia;
• Homeopatia: T.M. à 3.ªx.

Referências Bibliográficas:
• CAIRO, N. Guia de Medicina Homeopática. 1983.

• PDR FOR HERBAL MEDICINES. 1ª edição. 1998.

• SOARES, A. D. Dicionário de Medicamentos Homeopáticos. 1ª edição. Santos
Livraria Editora. 2000.

• BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. BHMA. 1983.
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