Pesquisa personalizada

Olá Amigos e Amigas, Bem vindo!!!

A idéia deste Blog é com o intuito de fornecer informações sobre Ervas e Insumos em geral.

Através de um estudo arduo e minuncioso, conseguimos trazer para vocês informações sobre cada Erva para auxilio de estudo e orientação quanto ao uso.

Vale salientar que todas as Ervas publicadas neste Blog são de fontes verdadeiras. Essas são encontradas sempre ao final de cada texto.

Espero que este Blog seja útil para todos vocês e se possível divulguem para que possamos trocar idéias a respeito dessas maravilhas que a Natureza nos oferece de graça.

Voltem sempre, pois estaremos semanalmente atualizando este Blog com outras Ervas.

Para encontrar a sua erva preferida, clique nas datas ao lado e boa leitura!!!

Abraços,

segunda-feira, 2 de março de 2009

Alcaçuz Nacional

O Alcaçuz Nacional é um arbusto pequeno, ereto, de 3 metros de altura, apresentando a casca brancacenta e ramos articulados e pubescentes. As folhas são compostas de três folíolos quase sésseis, oblongos ou lanceolados, rígidos, glabros na página superior e saliente-nervados na inferior, mais ou menos agudos de 9 centímetros de comprimento. As flores são azuis, roxo-escuras ou mesmo purpúreas, dispostas em racimos axilares ou terminais, grandes e pendentes. O fruto é uma vagem linear e chata que mede 14 centímetros e pode conter até 10 sementes. Apresenta raiz sublenhosa, de epiderme preta, interiormente amarela e agridoce.
Esta espécie lugares pedregosos, campos altos e úmidos. É originária do Brasil, freqüente nos estados centrais, porém de difícil cultivo nas regiões litorâneas.

Nome Científico: Periandra dulcis Bentham Sinonímia: Glycyrrhiza mediterranea Vell.;
Periandra angulata Bth.; Periandra racemosa Bth.; Periandra mediterranea (Vell. Conc.) Taubert.

Nome Popular: Alcaçuz Nacional, Alcaçuz do Brasil, Alcaçuz Brasileiro, Alcaçuz da Terra, Alcaçuz do Cerrado, Cipó-ema, Pau Doce, Vassoura de Relógio, Raiz Doce e Uruçakêe, no Brasil; Orosu, no Uruguai.

Família Botânica: Leguminosae - Papilinoideae.

Parte Utilizada: Raiz.

Princípios Ativos: Segundo o Inventário de Plantas Medicinais do Estado da Bahia (1979), o Alcaçuz Nacional apresenta: Amido, Dextrina, Sais Diversos, Resinas, Glycirrizina e Princípio Amargo.

Indicações e Ação Farmacológica: A medicina popular emprega o Alcaçuz Nacional como expectorante, laxante, diurético, resolutivo, béquico, calmante contra afecções brônquicas, pulmonares, nas doenças das vias urinárias, inflamação do ventre, no defluxo, no catarro crônico, no desarranjo bilioso quando na gastrodinia, na náusea, na pressão no estômago, na congestão hepática e na dispinéia.
É de se destacar a comercialização no Brasil da espécie Periandra mediterranea (Vell. Conc.) Taubert (= P. dulcis Mart ex Benth.), denominada Alcaçuz Brasileiro, que de fato nada tem a ver com o Alcaçuz (Glycyrrhiza glabra L) em termos de composição química e atividades comprovadas, mas apresenta também teor elevado de saponinas e sabor doce (Suttisri Et al., 1993).

Toxicidade/Contra-indicações: Não há referências nas literaturas consultadas.

Dosagem e Modo de Usar: Não há referências nas literaturas consultadas.


Referências Bibliográficas:
• CORRÊA, M. P. Dicionário das Plantas Úteis do Brasil. IBDF. 1984.

• Inventário de Plantas Medicinais do Estado da Bahia. Governo do Estado da
Bahia. Salvador. 1979.

• SIMÕES, C. M. O. Farmacognosia da Planta ao Medicamento. 1ª edição.
1999.

Quimer - Opção Natural de Qualidade. Alcaçuz Nacional

O Alcaçuz Nacional é um arbusto pequeno, ereto, de 3 metros de altura, apresentando a casca brancacenta e ramos articulados e pubescentes. As folhas são compostas de três folíolos quase sésseis, oblongos ou lanceolados, rígidos, glabros na página superior e saliente-nervados na inferior, mais ou menos agudos de 9 centímetros de comprimento. As flores são azuis, roxo-escuras ou mesmo purpúreas, dispostas em racimos axilares ou terminais, grandes e pendentes. O fruto é uma vagem linear e chata que mede 14 centímetros e pode conter até 10 sementes. Apresenta raiz sublenhosa, de epiderme preta, interiormente amarela e agridoce.
Esta espécie lugares pedregosos, campos altos e úmidos. É originária do Brasil, freqüente nos estados centrais, porém de difícil cultivo nas regiões litorâneas.

Nome Científico: Periandra dulcis Bentham Sinonímia: Glycyrrhiza mediterranea Vell.;
Periandra angulata Bth.; Periandra racemosa Bth.; Periandra mediterranea (Vell. Conc.) Taubert.

Nome Popular: Alcaçuz Nacional, Alcaçuz do Brasil, Alcaçuz Brasileiro, Alcaçuz da Terra, Alcaçuz do Cerrado, Cipó-ema, Pau Doce, Vassoura de Relógio, Raiz Doce e Uruçakêe, no Brasil; Orosu, no Uruguai.

Família Botânica: Leguminosae - Papilinoideae.

Parte Utilizada: Raiz.

Princípios Ativos: Segundo o Inventário de Plantas Medicinais do Estado da Bahia (1979), o Alcaçuz Nacional apresenta: Amido, Dextrina, Sais Diversos, Resinas, Glycirrizina e Princípio Amargo.

Indicações e Ação Farmacológica: A medicina popular emprega o Alcaçuz Nacional como expectorante, laxante, diurético, resolutivo, béquico, calmante contra afecções brônquicas, pulmonares, nas doenças das vias urinárias, inflamação do ventre, no defluxo, no catarro crônico, no desarranjo bilioso quando na gastrodinia, na náusea, na pressão no estômago, na congestão hepática e na dispinéia.
É de se destacar a comercialização no Brasil da espécie Periandra mediterranea (Vell. Conc.) Taubert (= P. dulcis Mart ex Benth.), denominada Alcaçuz Brasileiro, que de fato nada tem a ver com o Alcaçuz (Glycyrrhiza glabra L) em termos de composição química e atividades comprovadas, mas apresenta também teor elevado de saponinas e sabor doce (Suttisri Et al., 1993).

Toxicidade/Contra-indicações: Não há referências nas literaturas consultadas.

Dosagem e Modo de Usar: Não há referências nas literaturas consultadas.


Referências Bibliográficas:
• CORRÊA, M. P. Dicionário das Plantas Úteis do Brasil. IBDF. 1984.

• Inventário de Plantas Medicinais do Estado da Bahia. Governo do Estado da
Bahia. Salvador. 1979.

• SIMÕES, C. M. O. Farmacognosia da Planta ao Medicamento. 1ª edição.
1999.

Nenhum comentário: