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terça-feira, 10 de março de 2009

Manjerona


Oriunda do Oriente Médio, região mediterrânea e norte da África sendo atualmente cultivada na Europa e na América, esta pequena labiada é dotada de um caule ereto e ramificado, medindo entre e centímetros de altura. Suas folhas são aveludadas opostas e ovais. As diminutas flores brancas ou rosadas são dispostas em cachos pedunculados na axila das folhas. Os frutos são tetraquênios e só atingem a maturidade nos países de clima quente.

Nome Científico: Origanum majorana L. Sinonímia: Majorana hortense Moench

Nome Popular: Manjerona, Manjerona-verdadeira, Orégano-vulgar, Manjerona-inglesa, Flor-de-himeneu, Manjerona-hortense e Amaraco, em português; Mejorana em espanhol; Maggiorana, na Itália; Majoran, na Alemanha; Marjolaine, na França.

Denominação Homeopática: MAJORANA.

Família Botânica: Labiatae.

Parte Utilizada: Folha.

Princípios Ativos: Óleo Essencial: rico em terpenol, timol, carvacrol e hidrocarbonetos terpênicos, Ácidos Fenólicos: cafêico, clorogênico, rosmarínico; Flavonóides: derivados do apigenol, luteolol, kenferol, diosmetol; Hidroquinona.

Indicações e Ação Farmacológica: Indicada para uso interno nas dispepsias hiposecretoras, nos espasmos gastrointestinais, nas gastrites, nas úlceras gastroduodenais, na ansiedade, na hipertensão arterial, na insônia, nas enxaquecas, na asma e na bronquite. Topicamente é muito usada nas inflamações osteoarticulares, nas mialgias, na sinusite, na herpes e nas feridas. O óleo essencial confere propriedades antiespasmódica, sedante, hipotensora, digestiva e carminativa. Os ácidos fenólicos, flavonóides e hidroquinona são responsáveis pela atividade bactericida, diurética, anti-séptica urinária e reforçam a ação hipotensora. Externa é analgésica e cicatrizante.

Toxicidade e Contra-indicações: O uso contínuo da planta (por mais de duas semanas) pose provocar cefaléias e sonolência. O óleo essencial, em doses altas, pode ser estupefaciente, provocando cafaléias e espasmos musculares. Pode produzir irritação das mucosas e reações alérgicas (broncoespasmos).
Recomenda-se não administrar por via interna óleo essencial durante a gravidez, lactação, para crianças menores de seis anos ou para pacientes com gastrite, úlceras gastroduodenais, síndrome do cólon irritável, colite ulcerosa, doença de Crohn,






hepatopatias, epilepsia, doença de Parkinson ou outras enfermidades neurológicas. Não administrar, nem aplicar topicamente em crianças menores de seis anos de idade e nem para pessoas com alergias respiratórias ou com hipersensibilidade conhecida a óleos essenciais.

Dosagem e Modo de Usar:
Uso Interno:
- Infusão: Uma colher de sobremesa, em alterações digestivas. Infundir por dez minutos, três xícaras ao dia. Nos casos de excitação, uma colher de café por xícara e tomar três ou mais ao dia;
- Extrato Fluido (1:1): 25-50 gotas, uma a três vezes ao dia,
- Pó: 0,5 a 2 gramas ao dia, em cápsulas (25 a 50 mg/cap., 2 ou 3 ao dia);
- Homeopatia: Tintura-mãe 3ª à 5ª;
- Tintura (1:10): 50-100 gotas, uma a três vezes ao dia;

Uso Tópico:
- Infusão: 30 g/l, aplicada em banhos, loções, compressas, pomadas, gargarejos ou colutórios;
- Óleo Essencial: Fricções sobre as articulações afetadas.

Referências Bibliográficas:

PR VADEMECUM DE PRECRIPCIÓN DE PLANTAS MEDICINALES.
edição. 1998.

ALONSO, J. R. Tratado de Fitomedicina. 1ª edição. Isis Editora. Buenos Aires
1998.

VOLAK, J. & STODA, J. Plantas Medicinais. 1990.

CAIRO, N. Guia de Medicina Homeopática. 1983.

SOARES, A. D. Dicionário de Medicamentos Homeopáticos. 1ª edição. Santos
Livraria Editora. 2000.
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